Advogado de Bruno admite hipótese de confissão parcial


“O momento final da prova é quando os acusados falam. Não quero dizer que quando ele estiver preparado para fazer alguma revelação que possa conduzir para o reconhecimento de alguma circunstância minorante, uma participação diferenciada, de menor importância. Isso é do plano jurídico. Se a prova produzida encaminhar neste sentido nós podemos perfeitamente compreender a nova realidade mas ela não existe na prática hoje, agora”, disse Adolfo.
O advogado reagiu com ironia quando questionado se o depoimento de Luiz Henrique Romão, o Macarrão, não seria prova suficiente. Na primeira fase do julgamento Macarrão disse que Bruno foi o mandante do assassinato.
O promotor Henry Vasconcelos disse não trabalhar com a hipótese de confissão. “A confissão de Bruno Fernandes não é importante para que a promotoria prove sua participação no crime”, disse o promotor, argumentando que a acusação tem provas como ligações telefônicas e o percurso percorrido por Eliza e seus algozes antes do assassinato que seriam suficientes para a condenação.
Vasconcelos negou a acusação da defesa de que tenha feito um acordo para reduzir a pena de Macarrão em troca do depoimento contra Bruno. “Não existe acordo. A redução de pena é automática quando o réu confessa sua participação, mesmo que parcial, e fornece dados que esclareçam os fatos”, afirmou o promotor.
A mãe de Eliza, Sonia de Moura, disse ser contra qualquer possibilidade de acordo. “Se houver acordo eu não concordo. Nem se ele disser onde está o corpo. Quero ver o Bruno condenado”, disse ela.
Fonte: IG

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Projeto cristão reforma casas de moradores de favelas no RJ

Padre Fábio de Melo afirma ser favorável ao casamento gay como garantia de “direitos civis” a homossexuais; Assista

Marquito, do Ratinho, diz que profecia se cumpriu na sua vida