Conheça os primeiros atos e o que o pastor Marco Feliciano pode fazer como presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara


Na primeira sessão da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) com o deputado federal Marco Feliciano na presidência, os temas que foram marcados como pauta são questões que estavam paralisadas.
A reunião, agendada para hoje, às 14h00, teve sua pauta divulgada na última segunda-feira, 11 de março, e tratará de projetos de leis ligados à comunidade LGBT, como o plebiscito proposto pelo deputado federal André Zacharow (PMDB) que propõe que os cidadãos escolham entre sim ou não para a pergunta “Você é a favor ou contra a união civil de pessoas do mesmo sexo?”. O plebiscito seria realizado nas próximas eleições presidenciais, em 2014.
O segundo projeto ligado ao assunto é a proposta do deputado federal Eduardo Cunha (PMDB), que prevê a criminalização da discriminação contra heterossexuais, de acordo com informações do site Mix Brasil.
Ontem, 12 de março, Feliciano definiu a retirada da pauta de projetos polêmicos remanescentes de 2012. “É uma pauta antiga que não tinha conhecimento. Vamos discutir a pauta amanhã”, justificou o deputado.
Segundo a Folha de S. Paulo, entre os projetos retirados da pauta, estavam a proposta do senador Paulo Paim (PT), e que vinha sendo analisada pela CDHM da Câmara. O texto propõe maior objetividade na definição dos crimes de “discriminação e preconceito de raça, cor, etnia, religião ou origem”, e está tramitando desde 2005 no Congresso Nacional. O projeto tem relatoria da deputada Erika Kokay (PT), uma das contrárias à indicação do pastor Marco Feliciano para a presidência da CDHM.
Outros requerimentos foram inseridos na pauta da Comissão, e entre eles, pedidos de realização de audiências públicas para debater a situação de moradores de rua, violência e exploração sexual de crianças e inclusão no mercado de trabalho.
A coluna do jornalista Felipe Patury, no site da revista Época, divulgou a informação de que Marco Feliciano passou a circular com escolta de seguranças dentro da Câmara dos Deputados. Os escolhidos para a função, segundo o jornalista, foram “três dos mais experientes seguranças da Casa”.
Fonte: Gospel+

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Projeto cristão reforma casas de moradores de favelas no RJ

Padre Fábio de Melo afirma ser favorável ao casamento gay como garantia de “direitos civis” a homossexuais; Assista

Marquito, do Ratinho, diz que profecia se cumpriu na sua vida